O aborto quase sempre acontece acompanhado por muito
sofrimento. Portanto, a questão que se coloca não é
a de ser contra ou a favor do aborto, mas de examinar as circunstâncias em que o mesmo acontece e o que pode
ser feito para diminuir o sofrimento de tantas mulheres.
A prática do aborto no Brasil é proibida por lei, exceto
em duas situações: estupro e risco de vida da gestante.
Deviam implantar no Brasil hospitais que atende com
dignidade mulheres vítimas de estupro ou com risco de
vida, pois as mulheres procuram parteiras que fazem aborto
sem nenhuma higiene, ou seja, as mulheres com boas condições
sociais e econômicas, procuram as clínicas particulares,
enquanto as mulheres pobres recorrem às aborteiras, chás,
agulhas de crochê, etc.. o que muitas vezes traz como
conseqüência infecções e até mesmo risco de vida.
Os métodos anticoncepcionais não são acessíveis à todas
as mulheres, seja por questão econômica ou cultural. Muitas
vezes, os homens não gostam de usar camisinha e isso é um
risco não só com a gravidez mas também com DST doenças
sexualmente transmissíveis.
A família com boas condições econômicas que tranquilamente
planeja o nascimento dos filhos, está longe do nosso cotidiano.
A realidade mostra que no Brasil, 25% das famílias é mantida
por mulheres, ou seja há muitas mulheres sozinhas, sem companheiro,
com os filhos para criar. Esse é o nosso cotidiano, isso é o
que vemos nas periferias das grandes cidades e nos lugares pobres
do meio rural.
Para evitar o aborto tem que evitar a gravidez, ou seja, usando
camisinha você não engravida e nem pega DST .
segunda-feira, 20 de junho de 2011
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